quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Torta Hambúrguer

Recebo as receitas do @maurorebelo há muito tempo. Todas estão publicadas no site Bem Comer.

Essa receita da Torta Hamburguer pareceu, e realmente foi muito fácil! Fiz pequenas variações... e todo mundo curtiu! Fiz com 6 hamburgueres, mas a medida é ideal para 8 mesmo! No dia seguinte, requentei e o sucesso continuou.



Ingredientes Massa:
2 ovos inteiros
2 xicaras (chá) de farinha
1/2 xícara (chá) de oleo
2 xicaras (chá)de leite
2 colheres (sopa) de fermento em pó
50g de queijo ralado
1 cebola pequena picada
1/2 dente de alho picado
1/2 caldo de legumes (cubo)
oregano, manjericão, sal e pimenta do reino a gosto
queijo parmesão ralado a gosto para polvilhar no final.

Ingredientes Recheio:
8 hamburguers inteiros crus (comprados prontos ou feitos em casa)
2 tomates grandes cortados em rodelas finas
200g de queijo mussarela em micro-fatias
200g de presunto em micro-fatias
cebola e orégano a gosto

Modo de Preparo da Massa:
Bata tudo no liquidificador com excessão do fermento. Quando estiver uma massa homogênea, acrescente o fermento em pó e bata apenas para misturar.

Montagem:
Unte um refratário ou forma de alumíno com manteiga e farinha de trigo. Coloque metade da massa, arrume os hamburguers, as fatias de tomate, o queijo mussarela, o presunto, a cebola e o orégano. Coloque o restante da massa por cima, polvilhe queijo parmesão e orégano. Leve ao forno pré aquecido em temperatura média. Assei a minha por exatos 45 minutos.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Dica de vinho

Aproveitando o ensejo da estréia do Bulla... aliás... que palavra bonita esse 'ensejo'... e aproveitando o ensejo de falar do 'ensejo' eu lhes trago a definição do vocábulo:

ensejo
en.se.jo
sm (lat exagiu) 1 Ocasião azada; oportunidade. 2 Lance. (Michaelis)

Enfim... segue a dica de um Malbec Altavista 2007



Eu propriamente nunca tomei, mas o Bulla, que é praticamente meu filho n°3 já bebeu e disse que é bom...

Quem tá com a responsabilidade do próximo post é o Gabiru.

Pessoal... parece que vocês não estão entendendo... muita coisa tá rolando... inclusive o adultério!!!! pa pa ra pa ra pa na...

domingo, 8 de novembro de 2009

Risoto de rúcula com tomate seco E tomates cerejas

Estamos abrindo a temporada de participações do nosso ente querido Bulla, diretamente do 'erre jota' para vocês! Espero que se acostumem e que critiquem bastante o menino pra ele entrar nos eixos logo!

E, para mostrar a que veio, o Bulla já gravou essa tão sonhada receita de risoto de rúcula com tomate seco E tomates cerejas... Detalhe: as quantidades abaixo são EXATAMENTE para 1 pessoa! É isso ai, lek!



- Ingredientes:

1 xícara de arroz arbóreo
1/2 Cebola
1/2 xícara de vinho branco
Alho
Manteiga
Azeite
Queijo
1 maço de rúcula
200 gramas de tomate seco
1 cubo de caldo de galinha

- Preparo:

1) Manteiga e azeite até derreter
2) Fritar a cebola e alho por uns 3/4 minutos
3) Colocar o arroz e deixar por uns 4/5 minutos. Acrescente sal e pimenta a gosto
4) Misture o vinho branco
5) Com o vinho secando sem deixar grudar o arroz no fundo coloque a primeira regada de caldo até cobrir todo o arroz
6) Quando o caldo secar, acrescente metade dos ingredientes (rúcula, tomate seco/cereja)
7) Misture a segunda regada de caldo
8) Assim que secar, coloque a terceira e última regada de caldo
9) Após secar, coloque o restante dos ingredientes
10) Desligue o fogo e finalize com uma colher de manteiga e azeite. Misture!

Caso queira aumentar as quantidades, é simples.
1 pessoa comendo bem = 1 xícara de arroz = 1/2 xícara de vinho branco = 3 xícaras de caldo

Preparo do Caldo

1) Ferva 1 litro de água para 1 cubo de caldo
Esfarele o caldo quando a água estiver fervendo

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Receita de Temaki de Salmão

Neste caso a surpresa é boa: segue uma ótima sugestão de restaurante japonês em São Paulo, o Kiichi.

Pessoal... como vocês já sabem, infelizmente, não ganho um puto pra divulgar absolutamente nada neste blog. Divulgo o que acho que vale: positiva ou negativamente.

Gosto do Kiichi por 2 motivos claros:

1) Custo / Benefício: o rodízio, ou festival, custa em média R$ 35,00 e
2) Balcão: rola um balcão em que você pode trocar uma idéia com o sushiman e pedir uns especiais... e eles fazem muitos especiais que não vão para as mesas. Recomendo sentar lá na ponta, perto do caixa e do sushiman Anderson, que se disponibilizou e gravou a receita do temaki de salmão:



Ah, lá tem também aqueles cartões fidelidade que, a cada 10, você ganha 1.

Kiichi. Restaurante Japonês e Temakeria. Rua Ministro Jesuíno Cardoso, 201 - Vila Olímpia - São Paulo - telefone: (11) 3842.0440 - www.kiichi.com.br

Se preparem: mudanças bombásticas no Mesa pra 1 estão por vir... como por exemplo, o blog já pode ser acessado pelo endereço www.mesapra1.com.br. É lek...

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Sanduíche I amsterdam

Bom... o fato é que aproveitei muito os supermercados europeus quando fui pela primeira vez em 1972. Em uma das infinitas passagens por Amsterdam, registrei essa receita de sanduíche com condimentos que não são facilmente encontrados por aqui... ou se são, custam os 2 olhos da face e não merecem que sejam comprados por uma pessoa tão proletária como eu, visto que eu preciso comprar cerveja e meu recurso financeiro é escasso.



Pelo que melembre, utilizei fatias de queijo temperado, rosbife ultré-cru e fino e uma espécime de requeijão de queijo brie. Tudo em um pão escuro com uvas-passa. Ficou muito bom. Inclusive, era muito comum eu comprar esses imgredientes, fazer uns 2 sandubas, colocar na mochila e me aventurar pela vida...

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Culinária Solteira Saudável

Bom... o vídeo abaixo só é video porque é pro Mesa pra 1... porque, na verdade, era uma foto... mas como aqui o que predomina são os vídeos... resolvi filmar a foto...

E o resultado é essa belezura da culinária saudável dos solteiros de plantão: uma bela lata e cerveja e um belo sado de pururuca, torresmo, porcolino, sejá qual for o nome que esta gostosura leva.



Mesmo porque, como dizia o Mestre Lagreca (Hermes e Renato): "... uma das minhas comidas favoritas é um torresminho e uma cachacinha, né..."



Por favor, REPITAM isso em casa.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Strogonoff de Salmão

A lenda de que fazer a receita de strogonoff de salmão era difícil, foi quebrada. Fato é que todos disseram que foi rápido e simples de fazer... não sei se pela técnica que aprendo ao longo dos anos ou se pela fragilidade do prato propriamente... só sei que esta receita foi enviada por um colega de trabalho...



Ingredientes

1 colher (sopa) de manteiga
1 cebola picada
1 filé largo de salmão (+- 800 gr)
sal a gosto
4 colheres (sopa) de conhaque
100 g de champignon fresco, picado
3 colheres (sopa) de catchup
1 colher (sopa) de mostarda
1 lata de Creme de Leite
Azeite de Oliva (Extra Virgem)
1 garrafa de vinho branco (bem barato)
alecrim desidratado
alho triturado

Modo de Preparo (Cubos de Salmão)

1) Corte o Salmão em cubos (antes de descongelar por completo fica mais fácil de cortar)

2) Deixe o salmão por cerca de 30 minutos mergulhado em vinho branco seco, suco de limão e alecrim

3) Depois escorra o vinho e o suco de limão e reserve o salmão em um prato com uma camada de papel
toalha para que o mesmo seque.

4) Acrescente sal e alho a gosto no salmão já seco.

5) Em uma frigideira grande e plana, coloque azeite quantidade suficiente para dourar os cubos de
salmão (cada lado do cubo) para que o mesmo fique com uma consistência mais densa (selar o salmão)
permitindo o cozimento sem que se desmanche.

Modo de Preparo (Strogonoff de Salmão)

1) Em uma frigideira grande, derreta a manteiga e doure a cebola, junte o salmão em cubos (preparado previamente) e mexa levemente por cerca de 2 minutos.

2) Tempere com o sal e reserve, despeje o conhaque e incline levemente a frigideira para que o conhaque incendeie.

3) Junte os champignons, o catchup, a mostarda, misture e deixe ferver por cerca de 5 minutos.

4) Incorpore aos poucos o Creme de Leite, misture ao molho e retire do fogo sem deixar ferver.

5) Sirva a seguir, acompanhado de arroz e aspargos frescos.

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Bife à milanesa do Alex Atala

Aqui o chefe Alex Atala, dá a receita do clássico e algumas dicas para ficar mais gostoso, o bife à milanesa é dos meus pratos preferidos

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Shimeji na Manteiga

Pra quem gosta de shimeji, ou de shitake, já que eu não gosto dos dois, essa receita é muito prática.
Pra quem não gosta e quer impressionar, essa receita também cabe.

A receita é tao simples que resolvi caprichar na trilha sonora: "SERGIO MALANDRO - MAS QUE IDEIA (BY DJ NALDAO)". Nem precisam reparar no video, porque é bem simples mesmo... o que vale é a música!



Ingredientes:

1 bandeja de shimeji
2 colheres de sopa de manteiga sem sal
4 colheres de sopa de shoyu
4 colheres de sopa de sakê
1 colher de chá rasa de ajinomoto

Como preparar: Lave bem o shimeji e divida-os em tufos. Numa panela, derreta a manteiga e acrescente o shimeji, mexendo sempre (em fogo brando), até soltar um pouco de água. Acrescente o shoyu, sempre mexendo por mais de dois minutos. Acrescente o sakê e deixe por mais dois minutos. Não deixe o shimeji cozinhar muito, pois pode perder seus valores nutricionais. Junte no final o ajinomoto e pronto! Sirva quente.

Fonte: Comidinhas

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O mundo está virando caçulinha

Este conceito, criado e alterado pelo Bazzan, foi um dos vários, para não falar infinitos alicerces deste video-show.

Em um sábado de manhã qualquer, acordei, e poderia tri ido ao Ibirapuera correr, mas fui na cozinha, peguei um pacote de bolacha Passatempo, sentei na sala e comecei a dar uma percorrida nos canais sabadais matinais.

Acho que entre a terceira ou quarta mudança de canal, me dei conta que o pacote de bolacha estava se findando. Veja abaixo um comparativo do pacote de bolacha e meu pé... reparem que o que restou do pacote é menor que o meu calcanhar!!!



Depois disso, passei o resto do sábado filosofando sobre a caçulinidade mundial... antes o rolo de papel higiênico tinha 50 metros default. Hoje o de 50 metros é o extra-comprido e o default está em 40 metros.

É normal você ver nas latas e caixas de produtos alimentícios avisos de redução de x% do total.

Nos tempos da brilhantina, era habitué pedir 200g de mussarela, ao passo que hoje em dia a maioria da população não passa dos tradicionais 180g.

Até lata de cerveja com menos de 350ml os fracos já podem usufruir.

Obviamente que não quero entrar no mérito de que embalagens menores facilitam o transporte, ou que as famílias estão cada vez menores, ocasionando uma redução no consumo, ou ainda que embalagens menores utilizam menos materiais como papel, gerando diminuição no corte das arvorezinhas e blah blah blah, porque isso é clichezão... isso aí é lugar comum... e não leva ninguém ou nada a lugar nenhum.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Restaurant Week - Shintori


Depois do castelo de Versailles, este é o segundo lugar no mundo em que o jardim é maior do que a casa em si.
Estacionamento, pá... recepção, pá... fila de espera, pá... Fomos para o bar. Cerveja justa (uns R$ 5,50 a long neck) Cadeiras e mesas confortáveis e bonitas respectivamente.
Cardápio, pá... entradas, pá... pá pra lá e pá pra cá... e o garçon volta e retira as entradas que ele havia colocado. Sem pum nem pá. Sem pá nem pum. Não entendi. Chamei o meliante de volta e questionei sobre a sorrateira e repentina retirada dos petiscos de entrada. Ele respondeu perguntando se havíamos vindo para o Restaurant Week. Afirmamos e ele afirmou que as entradas são pagas à parte.

PERA AI, MEU NOBRE... SE O ESQUEMA É PAGO, NÃO CUSTA, PRIMEIRO, QUESTIONAR SE A MESA QUER E PARA QUANTOS, E INFORMAR O PREÇO.
AGORA, O CARA VEM, COLOCA SEM FALAR NADA E TIRA SEM FALAR NADA???? NA PIOR DAS HIPÓTESES ANTES DE RETIRAR, INFORMA QUE É PAGO E PERGUNTA.


Ha, mas não deu outra... "Não me importa que é pago à parte, Pode trazer pra mim". Obviamente que fui mais grosso do que eu escrevi aqui, mas... totally deserved.

Enfim, estress inicial passado, subimos para o second floor e nos deparamos com umas cadeiras tais como as de restaurantes de beira de estrada. Mas aqueles 'rodizião' mesmo, sabe? Enfim... stress cadeirístico passado fomos para o que interessa, porque o resto não tem pressa.

De entrada, mandei um WASABI STEAK (rolinhos de carne bovina, temperados com wasabi e cebolinha). Mandei muito bem na verdade. Muito saboroso tasteful pra cacete. Não lembro muito o que os demais da mesa pediram, mas nenhum foi tão bom quanto o meu.

No caso do prato principal, cabe mais um 'enfim'... quem imaginaria que um "Yaki udon" se limitasse a um yakissoba? Concordo que, no site o Restaurant Week descreve o prato como "macarrão oriental com carne e legumes", mas no cardápio oferecido no Shintori, além de oferecer mais opções do que as citadas no site, descrevia o Yaki udon como uma espécie de macarrão branco, com camarões e blah blah blah... enfim... parecia totally diferente de um yakissobão dos 'china' da av. paulista.

Quem pediu o menu degustação se deu relativamente normal... pelo menos não me lembro de nenhuma reação surpreendente. MAs estava bom... medíocre... nota '5 bola'...


Sobremesa. Ha a sobremesa... definitivamente não era a minha noite. Eu, no meu anseio de desbravar novos sabores e novas experiências gastronômicas fui no certeiro no ANIM DOFU (gelatina de leite e amêndoa com calda de kinkan). Meu... puta negócio ruim. Me vi obrigado a roubar dos BONSAI (sorvete com biscoito de chocolate e calda especial) dos demais participantes da mesa... Ressalto também que essa 'calda especial' é igual aquela roupa que o alfaiate do Chapolin fez pro rei e que só os inteligentes conseguem ver... com a diferença que no caso da calda, você precisa ser inteligente pra ver e sentir o sabor.

Depois de muitos enfins, fiquei uns 70 mangos mais pobre nesse dia (R$ 10,5 só de entrada por pessoa).


Shintori
Endereço: Al. Campinas, 600 - Jardim Paulista - São Paulo
Telefone: (11) 3283-2455
Site oficial: www.shintori.com.br

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Restaurant Week - La Brasserie Erick Jacquin


O almoção de domingo tinha que ser em alto estilo. Pra garantir que teria o estilo que eu mereço, fui logo cedo no La Brasserie: 11:30h já estava lá. Eu e os manobristas. Me assustei pq imaginei que teria milhares, e porque não milhões, de pessoas na fila. Mas eu acho que o estilo é tão grande que o povão nem se dá o trabalho de ir.

Tirando um otário que me disse que estava tudo lotado e que era pra voltar por volta das 13h (achando que eu realmente iria embora), falei com a hostess, que parecia e muito com a Kirsten Dunst, e obviamente fui o primeiro da fila, pois nem todas as mesas estavam reservadas, como o otário havia me dito anteriormente.

Lá pelo meio-dia, o pessoal começou a chegar, mas mesmo assim não foi necessário organizar uma fila.

Internamente o lugar é muito bonito: diferente de uma tintona verde na parede, como é o Antiquárius, tinha uns papéis de parede e a cozinha era visível, por intermédio de um vidro com umas persianas de madeira.

Sem dúvida este lugar foi o que se mostrou mais preocupado com a apresentação dos pratos.


Diferente do Antiquárius, a entrada era open bar (logo que alguma coisa acabava, o garçon trazia mais) e tinha um pão bem gostoso, juntamente com um lance de berinjela, cebola, pimentões e alcaparras. Mais uma vez, abri mão apenas da berinjela e mandei ver nos demais ingredientes. A manteiga e um outro patê acompanhavam. Apenas depois, mais precisamente quando veio a conta, fiquei sabendo que foi cobrado R$ 10,00 por pessoa pela entrada open bar. Enfim...

Aqui, a taça de vinho eram R$ 14,00 e muito me surpreendeu quando, ao pedir o vinho branco, o tiozão me trouxe uma garrafa na temperatura ambiente. Imediatamente questionei sobre a temperatura e o bonitão se entregou, dizendo que o vinho havia sido colocado pouco tempo antes para refrigerar. Mas rapidamente se prontificou a manter a garrafa gelada e trazê-la novamente, refrigerada, junto com os pratos.

Pedi, de entrada, o bisque de crustáceos, uma espécie de sopa. Veio servido em uma cumbuca de barro feito demi-artisticamente. Estava bem saborosa. O problema aqui foi comer/beber/chupar a sopa: a colher era relativamente funda e eu não sabia se a colocava de frente ou de lado na boca... Olhei para os lados... e tinha gente fazendo dos 2 jeitos... é isso que dá quando os restaurantes finos abrem as portas pra ignorantada toda. Enfim... pulemos esta parte.

Degustei os 2 pratos principais: PANACHE DE PEIXE COM ESPUMA DE LIMÃO e BOEUF BOURGUIGNON. Pessoal... o que é especificamente um panache eu não sei, mas que o negócio é bom, ah isso é. Muito saboroso... um tempero incrivelmente bom. Acho que tinha até as folhas do dill... fresh mesmo no prato. Se não me engano 3 tipos diferentes de peixe estavam no prato. Achei a espuma de limão meio enjoativa... o sabor da manteiga saltava muito.

O 'bife' nada mais era que uns blocos de carne seca com uns pedacinhos de bacon, batata, cenoura e cogumelos no molho de vinho tinto. Bom? Sim. Saboroso? Sim... mas... tirando os cogumelos *que para todos era o melhor do prato e eu como sou chato não pude provar*, o resto você encontrava naquele buteco lá... sim... aquele que a Itaipava custa R$ 2,50. Brincadeira... o molho era muito bom.

De sobremesa, mandamos um CRÈME BRÛLÉE, a sobremesa com maior quantidade de acentos desnecessários do mundo e que, na opinião de uma pessoa que já comeu isso umas 3 vezes na vida, esse do La Brasseria foi o melhor; e pedimos uma sobremesa de chocolate também... que... era um pedaço de bolo com uma espécie de mousse em cima. Satisfatório, assim como as praias do Guarujá.

Após pagar R$ 58,00, não tinha ninguém na espera do lado de fora do restaurant.

La Brasserie Erick Jacquin
Endereço: R. Bahia, 683 - Higienópolis - São Paulo
Telefone: (11) 3826-5409
Site oficial: www.brasserie.com.br

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Restaurant Week - Porto Rubayat

Não imaginava que exitisse buffet 'open bar' no Restaurant Week, mas existiu.

Bom, era sábado e cheguei no imponente estabelecimento por volta das 20:00h. Havia fila de espera, mas pequena, a priori. Dei meu nome, peguei o 'bip' e fui pro bar. Lá, fiquei bebendo chopp Eisenbah por $ 8,50 (detalhe positivo do estabelecimento: alguns chopps que bebi no bar não foram cobrados na conta final. Solicito a gentileza de continuarem assim.).

O tempo passava, o bar enchia, minha mesa não chegava. A porta climatizada da adega estava demi-aberta e resolvi entrar pra conferir. Fiquei uns 8 minutos lá dentro observando as bebidas e tal. Me senti dentro da escotilha de Lost. De vez em nunca passava um tiozinho servindo pães de queijo. Obviamente que eu não caio nessa de servir porcarias como entrada de um buffet open bar, só pra te fazer comer menos no buffet. No balcão do bar era servido amendoim (?!?!). O aquário com os peixes e lagostas impressionavam.

Após cerca de 80 minutos aguardando, fui conferir a lista e percebi que várias pessoas haviam passado na minha frente. Ao questionar a tiazinha, ela gaguejou e não soube me explicar o que houve... disse que alguns eram idosos, outros tinham crianças e tal... e 'misteriosamente', em 3 minutos, minha mesa apareceu.

Ah meu nobre... já passei e dei uma geral nas comidas disponíveis. De cara achei meio estranho tanta variedade de massa em um restaurante cuja especialidade é a comida oceânica ou fluvial. Mas enfim... se a boca é livre, vamos comer. Obviamente que dei preferência aos peixes e tentava identificar um tempero diferente ou coisa do tipo. As lulas no molho preto e um peixe com uns legumes foi o que tornou o jantar não 100% perdido. Ah, a paella estava muito boa também... mas muito boa mesmo. Tradicional ou não, rolava um tio que fatiava o salmão defumado na hora pa nói. Será que ele defumava o salmão vivo?

Sim, tinha massa saborosa, mas... eu fui lá pra comer peixe e não pra engordar mais.

De sobremesa, tinha quindim, um esquema de chocolate, pudim de leite e tal... pelo que eu lembre, no buteco que servia a Itaipava a R$ 2,50 tinha a mesma coisa no PFão.


Internamente o ambiente é grande e decorado... há luzes em demasia talvez.

O jantar saiu pela bagatela de 62 realengos.

Porto Rubaiyat
Endereço: Rua Leopoldo Couto de Magalhães Jr., 1142 - Itaim Bibi - São Paulo
Telefone: (11) 3077-1111
Site oficial: www.restauranteportorubaiyat.com.br

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Restaurant Week - Antiquarius

Como todo bom brasileiro, deixei para conferir os restaurantes do RWSP simplesmente no último final de semana. Me comprometi a ir em 4 restaurantes participantes (2 no almoço e 2 no jantar, lógica e obviamente) dos 202 restaurantes, mesmo porque alguns eu já tinha conferido.

Os escolhidos foram:
Almoço: Antiquarius e La Brasserie
Jantar: Porto Rubayat e Shintori

Destes, não fui apenas no Shintori mas, ao ligar no restaurante, fui informado que eles manterão o cardápio, e principalmente os preços, por mais uma semana. Aproveitei e fiz uma reserva para conferir e cumprir minha missão.

O primeiro da maratona foi o Antiquarius. Ao chegar, um susto: uma fila demi-enorme. Adianto que esta fila durou cerca de 100 minutos até minha entrada e, mesmo após as 2 horas que permaneci no restaurante, quando sai, por volta das 16h, ainda existia uma pequena fila. O bom é que tinha um buteco na esquina e a lata de Itaipava saia por R$ 2,50.

Para entreter os participantes da fila, uma mulher, que eu descrevo como um mix da Xuxa, Ana Maria Braga e Cameron Diaz, aparecia, de tempos em tempos, polida e alegremente, para informar os procedimentos e que não havia tempo para previsão de entrada.

Uma vez dentro do estabelecimento, fomos diretamente para o bar, onde pudemos nos assustar com os preços das bebidas (R$ 9,00 uma cerveja) e pedir uma porção com 8 mini bolinhos (do tamanho de uma bolinha de gude, SÉRIO!!!) de bacalhau por R$ 13,00. Pra nossa sorte, nossa mesa vagou antes que a porção pudesse ter chegado e não tivemos que pagar também.

Na mesa, fomos agraciados com torradas e patês que não acrescentaram em nada minha não muito vasta cultura gastronômica: manteiga, patê de fígado e um esquema português que vai berinjela e molho de tomate *que parecia um mini flã de tomate, recheado com beringela - bem gostoso por sinal* de boas-vindas. Como não como berinjela, não comi o que poderia ser o melhor da couvert.

De entrada: Tijelinha de Bacalhau a moda do Convento. Não sei qual convento a que eles se referem, mas a entrada estava boa e parecia muito com um fricassé de bacalhau.

No prato principal, abdicamos do arroz de cordeiro, pelo animal se encontrar em extinção, e fomos para o Bacalhau a Antiquarius e Filet Antiquarius.

O Bacalhau estava muito bom: era o peixe bem desfiado, com algumas batatas palhas e ovo pra dar uma liga... o prato em si parecia 'uma coisa só'... não se via batatas soltas e tal. Mas o sabor era muito bom mesmo.

Já o filet... sinceramente: nada demais. Eram 4 fatias de um filet meio que ao molho (adivinhem) madeira com umas batatas meio que assadas. Vejam... não que não estava bom, estava, mas... estava medíocremente bom. Pra comer isso vou ali no mesmo buteco em que a Itaipava era R$ 2,50 e mandava ver no PFão (Lê-se: peéfão) de pedreiro.

A sobremesa surpreendeu com a Siricaia. Puta doce bom da porra!

As taças de vinho custavam R$ 10,00 e achamos conveniente pedir. Além das águas (R$ 6,00).

Os talheres, de prata, eram pesados e trocados sempre que preciso. Admito que não sabia como usar uma faca de peixe... bom mesmo é a de carne que você pode usar com qualquer uma das mãos. A de peixe, aparentemente, só 'funciona' com a mão direita.

Internamente o restaurante deixa, parcialmente, um pouco à desejar, com umas paredinhas pintadas com uns quadrinhos vagabonds, janelas e uma cortininha branca. Para apreciar a real beleza, você tem que passear pelo restaurante.... subir no mezzanino, ver as obras e tal. Ou seja, dependendo de onde fica, a mesa que você está sentado, você está no castelo de versalles. Dependendo você tá ali mesmo... no já tradicional buteco de esquina em que a Itaipava custa R$ 2,50, com o adicional dos quadrinhos vagabonds.

Total da brincadeira: R$ 49,50.

Antiquarius
Endereço: Al. Lorena, 1884 - Cerqueira César - São Paulo
Telefone: (11) 3082-3015
Site oficial: www.antiquarius.com.br

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Trouxinha de sexta-feira

Estou cansado e sem tempo para escrever a receita em si... vejam este prato rápido e relativamente simples pra você comer em casa... muito boa essa descoberta de receitas de pizzinhas/lanchinhos pão folha... você pode, praticamente, comê-los com... qualquer coisa... reparem que o vídeo não foi editado... ficou pronto em 5 minutos.

Não reparem nas besteiras que os protagonistas falam... eles não passam de protagonistas... após algumas cervejas.



Este é um post de transição.